Há exatamente 8 anos o mundo parava para ver um acontecimento que ficou na história mundial no inicio do século XXI, o maior atentado terrorista já executado onde dois aviões comerciais atingiram as torres gêmeas, World Trade Center, em Manhattan, Nova York.
As quase 3 mil pessoas mortas por um grupo radical islâmico, a Al Qaeda, abriu os olhos do mundo para um perigo adormecido – o terrorismo. A tentativa norte-americana de tentar sozinho e com as próprias mãos resolver o problema e capturar o culpado foi em vão e inútil, Osama Bin Laden continua escondendo-se do Tio Sam mesmo com o mais avançado aparato militar atrás dele, encontrá-lo é quase que procurar uma agulha no palheiro.
As conseqüências deixadas pelo 11 de setembro são claramente vistas no investimento de segurança nacional americano, os aeroportos são uma prova de que evitar um atentado terrorista é mais importante do que prevenir o narcotráfico, por exemplo. Resta agora ao mundo analisar os fatos decorrentes desta tragédia e torcer para que a paz mesmo que mínima que estamos vivendo, dure o suficiente para que até a próxima geração a lição tenha sido aprendida.
A terça-feira foi de muita chuva, vento e até temporais para os moradores das regiões sul e sudeste: em São Paulo a chuva começou cedo, por volta das 8 horas da manhã, e não deu trégua o dia todo: choveu em um único dia quase toda a quantidade de chuva esperada para todo o mês de setembro, que é de 81 ml.
A precipitação de tanta água (~60 ml) gerou inúmeros problemas no trânsito, deixou regiões sem energia elétrica, interrompeu a circulação de trens, provocou congestionamentos de mais de 160 km na cidade e ainda causou 3 mortes, vítimas de desabamentos.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) os temporais ocorreram em virtude de uma frente fria vinda do sul que chegou a São Paulo e encontrou uma massa de ar muito quente, levando à formação das chamadas cúmulo-nimbos, nuvens associadas a fortes chuvas e ventanias. A previsão é de mais chuvas para a região sudeste pelo menos até quinta-feira, dia 10.
Já não bastassem os problemas com o Speedy, que deixaram muita gente sem conseguir acessar a internet, causando transtornos e prejuízos às pessoas, hoje surgiu um novo problema, agora relacionado à telefonia.
No final da manhã de hoje, parte das linhas telefônicas da Grande São Paulo apresentou defeito e as ligações não eram completadas. Diante das muitas reclamações, a Telefonica (concessionária de telefonia) não soube responder sobre as causas do problema e restringiu-se a comunicar que após as 12h, aos poucos a situação iria se normalizar.
O mais provável é que sejam problemas relacionados à forte chuva que pode ter inundado e atingido o sistema de cabos, aliás, sempre que chove ocorrem inúmeros transtornos na Região Metropolitana.
Pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) revelou que no mês de agosto o preço da cesta básica apresentou redução em 9 das 17 capitais pesquisadas, em relação ao mês de julho de 2009.
As reduções mais significativas ocorreram nas cidades de Natal (queda de 3,22% em relação ao mês anterior), onde o custo médio da cesta básica pode ser adquirido por R$194,11; seguido de Aracaju (variação de –3,12%), Fortaleza (-3,05%) e João Pessoa (-3,02%).
Se no nordeste houve redução nos preços, a região sul caminhou na contramão: pertence à região sul a cesta mais cara do país, já que em Porto Alegre se gasta em média R$238,67 para adquirir os 13 itens da cesta. Na região sudeste, houve uma leve redução de 0,65% em relação a julho, mas mesmo assim a cesta em São Paulo é a segunda mais cara em todas as capitais pesquisadas, valendo em média R$225,69.
Hoje, 7 de setembro, é comemorada a Independência do Brasil. Mais que apenas um feriado, o data é de extrema importância por comemorar a emancipação política do país.
Confira mais sobre a Independência do Brasil no vídeo abaixo:
Continuam as buscas de sobreviventes do terremoto que atingiu a ilha de Java, na Indonéisa, nessa quarta-feira (2). As buscas se concentram no Oeste, na pequena cidade de Cianjur, onde várias casas foram soterradas em decorrência do deslizamento de terra provocado pelo terremoto. Enquanto as escavadeiras não chegam ao local, os socorristas utilizam as mãos ou ferramentas improvisadas nas operação.
Segundo o Instituto Geológico Americano (USGSO, o terremoto atingiu magnitude 7 e seu epicentro do terremoto foi localizado no oceano Índico, 200 quilômetros ao Sul de Jacarta, a uma profundidade de 49 quilômetros. Em 2006, um terremoto submarino de magnitude 7,7 provocou um tsunami sobre a costa meridional de Java e causou e morte de 596 pessoas.